Engenheiros que viveram o ciclo, e entendem como protegê-lo de dentro.
Não somos consultores que aprenderam segurança. Somos um time de AppSec engineers com experiência real em desenvolvimento de software em empresas de alto impacto: fintechs, meios de comunicação, plataformas digitais.
Segurança de aplicações não é etapa do desenvolvimento.
É uma disciplina que precisa viver dentro dos times, nos processos e nas ferramentas do dia a dia. Quando segurança chega só no reteste, o que sobra é dívida. E a dívida de segurança vence em forma de incidente público.
A eFlag nasceu de uma convicção: para resolver AppSec de verdade, é preciso estar dentro do fluxo de engenharia, não ao lado. Por isso o modelo é serviço + pesquisa + produto. E por isso a inteligência circula entre as três pernas o tempo todo.
O que volta para o cliente é metodologia, não segredo. O que descobrimos no campo, publicamos.
Como pensamos AppSec na prática.
Seis princípios que orientam todo engajamento, do diagnóstico de uma semana ao programa recorrente de dois anos.
Engenharia primeiro.
Falamos a linguagem do dev porque viemos do dev. Code review com segurança em mente, não slide com framework decorado.
Risco real, não compliance teatral.
Priorizamos pelo que importa pra o negócio. CVSS 9 que não é explorável fica embaixo de CVSS 6 que é. Achado sem contexto não vira ticket.
Disclosure responsável.
Pesquisa de campo vira CVE pública. Coordenamos com mantenedores e damos tempo para usuários se atualizarem antes de publicar detalhes.
O loop é a empresa.
Serviços alimentam pesquisa. Pesquisa vira produto. Produto torna serviço mais preciso. É um ciclo, não uma linha reta.
Velocidade não é inimiga.
Nosso modelo opera no ritmo de release do cliente. Plannings, refinements, reviews. Entramos antes do código, não depois.
Sinal sobre ruído.
Pipeline de segurança que gera 14.000 alertas é pipeline que ninguém olha. Configuramos para gerar 40, e fazer o time agir nos 40.